Belíssima película de domingos de oliveira sobre o amor!!
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
A pessoa errada!
do blog: www.girame.wordpress.com
Em se falando de amor, há de se considerar essa hipótese: estamos em busca da pessoa errada, ou pelo menos, é ela que nos falta. Mas não falo de qualquer pessoa errada, não é próprio para o homem, ou para a mulher, uma infinidade de opções. A pessoa errada, aquela que lhe cabe sem risco de acerto, não está disponível em cada esquina. Ela se encontra exatamente na hora e lugar errados.
De um tropeço, de um ataque histérico ou crise alérgica deve surgir, pois ao amor que não machuca, não enlouquece ou sangra, falta o sal e o açúcar. Falta a verve incendiária e o instinto de morte, falta a falta de rumo e sobra o zelo e o tédio e as coisas banais.
Não é para qualquer um encontrar a pessoa errada, aquela que tem os defeitos exatos, as manias e as zangas perfeitamente incompatíveis. A pessoa errada que nos cabe deve nos tirar do sério, derrubar do prumo e nos explodir nas alturas do atordoamento. Deve ser incompreensível, um mistério assustador, um desencanto. Deve ser o espelho da manhã que nos denuncia as olheiras, as rugas e os maus pensamentos, e que nos ofusca, espeta qual alfinete, os olhos recém despertos.
A pessoa errada escapa entre os dedos logo cedo e volta para nos invadir os sonhos sem nenhuma educação ou cortesia. De uma imperfeição precisa, ela não tem graça, tem preço, e custa caro.
Em se falando de amor, há de se considerar essa hipótese: estamos em busca da pessoa errada, ou pelo menos, é ela que nos falta. Mas não falo de qualquer pessoa errada, não é próprio para o homem, ou para a mulher, uma infinidade de opções. A pessoa errada, aquela que lhe cabe sem risco de acerto, não está disponível em cada esquina. Ela se encontra exatamente na hora e lugar errados.
De um tropeço, de um ataque histérico ou crise alérgica deve surgir, pois ao amor que não machuca, não enlouquece ou sangra, falta o sal e o açúcar. Falta a verve incendiária e o instinto de morte, falta a falta de rumo e sobra o zelo e o tédio e as coisas banais.
Não é para qualquer um encontrar a pessoa errada, aquela que tem os defeitos exatos, as manias e as zangas perfeitamente incompatíveis. A pessoa errada que nos cabe deve nos tirar do sério, derrubar do prumo e nos explodir nas alturas do atordoamento. Deve ser incompreensível, um mistério assustador, um desencanto. Deve ser o espelho da manhã que nos denuncia as olheiras, as rugas e os maus pensamentos, e que nos ofusca, espeta qual alfinete, os olhos recém despertos.
A pessoa errada escapa entre os dedos logo cedo e volta para nos invadir os sonhos sem nenhuma educação ou cortesia. De uma imperfeição precisa, ela não tem graça, tem preço, e custa caro.
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Domingo, 19 de Abril de 2009
Eisenstein e o construtivismo russo

As inter-relações entre o cinema russo e o cubo-futurismo, o construtivismo, o teatro de Meyerhold, a literatura de jamnes joyce["ulisses"- que r.sganzerla sabia paginas de cor]o teatro japones, B.Brecht, e mauito mais...Abaixo um pequeno registro do que andei lendo:::
Estudando as bases da montagens cinematográficas dei de cara com a arte Cubo-Futurista, que apresenta cores fortes, objectos fragmentados, inclusão de letras e palavras e uma ênfase no movimento e na ação.
Bom encontrar mulheres na história na arte, como Natalia Goncharova - artista cubo-futurista,[mulher de Malevich] que junto com tantos influenciaram este que tanto nos influencia hoje, Sergei Eisenstein.
"O principio do movimento numa máquina e num ser vivo é o mesmo e o prazer do meu trabalho reside em revelar o equilíbrio do movimento" Goncharova.
E nessa pesquisa encontrei Brecht, Rodtchenko, Malevich, James Joyce,o suprematismo, o futurismo,

o pintor Kazimir Malevich, autor de "O manifesto do movimento, Do cubismo ao suprematismo", onde o Suprematismo será definido como "a supremacia do puro sentimento". O essencial era a sensibilidade em si mesma, independentemente do meio de origem.
E foi pela via do teatro, em que a influencia dos artistas construtivistas se faz sentir desde cedo, que Eisenstein abandona sua carreira de engenheiro a que seus estudos o destinavam. Quando assistiu em Riga, uma apresentação de Princesa Turandot, de Gozzi, dirigida por fedor F. Komissarjevski, mise en scène que deslocou os limites tradicionais da cena ao unir espetáculo e espectadores, apaixonou-se. Ainda estudante desenha esboços de cenários no Instituto de
Trabalhos Públicos e depois passa a prática. Trabalha em cerca de 75 peças de teatro e o desenho desses cenários estão conservaods em seus arquivos. Em 1920 o comando militar o envia para Moscou para estudar japonês na Academia Militar. Dois meses depois deixa a Academia Militar e se dedica inteiramente ao teatro. Entra no departamento de cenários do Primeiro Teatro Operário do Proletkult. Três meses depois é nomeado chefe decorador, e em seu primeiro trabalho importante, O mexicano, de Jack London, que Boris Arvatov adaptou, participa da mise en scène junto com V. Schmychlaiev, dando aos cenários, aos figurinos e a iluminação uma tonalidade cubo-futurista. Círculos e quadrados opõem-se ou combinam-se no segundo ato, enquanto o primeiro é dominado por formas triangulares. Mas, no terceiro ato, Eisenstein inova ao mostrar no espetácuo uma luta de boxe que deveria ocorrer nos bastidores: a luta se dava em pleno proscênio(uma vez que não podia colocar o ringue no meio da sala), rompendo com a separação cena-público. Pseudo-espectadores semeavam a confusão entre os espectadores, e no fim salvas de fogo estouravam debaixo das poltronas, acompanhadas de ações burlescas e de uma cacofonia musical que contrastava com o realismo da luta em que o herói revolucionário devia triunfar.
En seguida encontra Meyerhold.
Meyerhold dizia:
"Que se dê ao expectador contemporâneo, cartazes, materiais tornados sensiveis pelo jogo de superficies e volumes! Em suma, como eles, queremos escapar da caixa cenica, em direção a palcos abertos, com superficies fraturadas, e nossos artistas, felizes em jogar fora seus pinceis, empunham machado, enxada e martelo e começam a talhar, em materiais fornecidos pela própria natureza, as decorações das cenas."
Esse artigo, que Meyerhold escreveu com V.Bebutov em 1920, testemunha a comunidade de visões entre ele e os construtivistas(que nessa época ainda não haviam se constituído como grupo). Mas, quando Eisenstein se aproxima, Meyerhold desenvolve ainda outro componente de seu trabalho teatral, a encenação do ator com a qual a "máquina-ferramenta cênica" se combina, liberada de qualquer tarefa representativa em prol de uma perspectiva construtivista:
O construtivismo exigiu do artista que ele tambem se tornasse engenheiro; é que a arte deve fundar-se em bases científicas, e toda criação de um artista deve ser consciente. A arte do ator está fundada na organização de seu material e o ator deve saber utilizar corretamente os meios expressivos de seu corpo. A biomecanica é o método que permite essa disciplina corporal que visa a expressão direta das emoções, em, oposição às mímicas representativo-psicológicas do teatro burguês, do Teatro de Arte, de Stanislavski. De maneira genérica, transformava o corpo do ator em uma ferramenta, um títere a serviço da mente.
Ainda que breve esse encontro é inevitavelmente fundamental: o mestre sugere ao aluno que voe com suas próprias asas... Durante toda vida Eisenstein não deixou de reverenciar Meyerhold--cujos arquivos guardou depois que o mestre foi preso, salvando-os de uma possível destruição.
O excentrismo é a luta contra a rotina da vida. [Chklovski].
No mesmo ano, Eisenstein conhece a Fábrica do Ator Excêntrico, de Petrogrado criada por S. Iutkécitch, Z. kozintzev entre outros com base no seguinte principio: "O teatro de hoje e a própria vida devem tomar o exemplo de tres coisas: a América, o Bulevar e a Máquina", e a valorização dos "generos desprezados e baixos: o circo, o cinema, o music-hall, o romance de bulevar, o cartaz e as danças americanas. "
O excentrismo, escreve Chkloviski, " é fundado na escolhas dos momentos mais significativos e na relação nova, não automática que eles entretêm. O excentrismo é a luta contra a rotina da vida." Esse procedimento de "desautomatização da percepção", encenado em O casamento, desempenhará um papel na evolução de Eisenstein, de certo modo contra Meyerhold, ou em todo caso afastando se dele.
Em 1923, Eisenstein torna-se diretor do Peretru [Teatro Ambulante do Proletkult] e passa a trabalhar com Sergei Tretiakov: juntos montam O sábio, mise en scène de Ostrovski. Espetáculo que utiliza elementos do circo, da acrobracia, e introduz um fragmento filmado [O diário de Glunov, primeira experiencia de Eisenstein no cinema onde ele tenta impressionar Vertov, supostamente seu instrutor], coisas que no manifesto que seria publicado em breve Eisenstein chama de 'atrações". O trabalho já não se centra mais no ator e sim no espectador, de quem se quer obter emoções determinadas.
A tônica não é, portanto, a gestualidade, o corpo do ator; o que se quer, ao contrário é encontrar uma certa dinamica natural desse corpo, ja que as articulações significantes ocorrem em outro nivel, entre "atrações."
O sucesso de O sabio e as repercussões do manifesto "Montagem de Atrações" em pouco tempo celebrizam Eisenstein: ele é o filho querido do teatro moscovita e a vedete do Proletkult.
Nos espetáculos seguintes de Eisenstein e Tretiakiv -- Moscou, está ouvindo? e Máscaras de gás(1923-4)--, qualquer construção do movimento se apóia nos movimentos orgânicos mais simples, dispersados e depois novamente reunidos em figuras as vezes muito complexas[...] A construção do movimento não era efetuada sobre emoções, e sim ao contrário, partia do aprendizado do mecanismo desse movimento na realidade; apresentava assim o efeito previsto. Por outro lado, em Máscaras de gás não havia nenhum problema de construção de cenário ou de dispositivo de jogo, já que a peça era encenada em uma fábrica de gás em Moscou e, assim, o lugar da representação se confundia com o lugar figurado: a materialidade, a importancia do material atingia, portanto seu ápice.
Enfim, essa peça, baseada em um fait divers da época-- um vazamento de gás em uma usina e a falta de máscaras de proteção para os operários, por conta do descuido da direção da fábrica--, repercutia em cheio a atitude social. Denunciando a inercia da burocracia e dos neoburgueses, a peça exaltava o espírito de responsabilidade dos operários que consertavam os canos rachados mesmo correndo risco de vida. Assim se unia a necessidade de desenvolvimento industrial a outra necessidade, a do controle operário, tema que será retomado em A linha geral, a propósito dos camponeses. Essa evolução de sua prática teatral levou os dois autores a se separarem: Eisenstein sentiu necessidade de "ultrapassar" o teatro e passou ao cinema, enquanto Tretiakov foi trabalhar com Meyerhold.
Durante o ano de 1928, conhece Ulisses de James Joyce, que qualifica seu jornal de bíblia do novo cinema, e assiste a representação do teatro kabuki[...]
*bibliografia: Eisenstein e o construtivismo russo, de François Albera - Ed.Cosac&Naify
A literatura de James Joyce,
{{{o fragmento abaixo, escrito por Julio Bressane, foi extraído do catálogo da mostra Rogerrio Sganzerla, realizada no Cinesec}}}
A montagem "joyciana" com blocos indo e vindo[ Virginia wolf] os feixes e fluxos de diversas linguagens[...] Joyce cuja estrutura narrativa, a materialidade da linguagem, foi bastante estudada e divulgada no Brasil pela poesia concreta, que Rogerio Sganzerla conhecia bem[...] sempre pensou a montagem, mesmo a montagem da vida, considerando já o proceder textual de Joyce. [viera de Joyce a montagem radical do "Signo do caos" acercando-se da perspectiva da perspectiva, o trabalho de um criador já fora de si, retina da mosca, transportando , movendo da tela para a vida, a vertigem divina...Sganzerla sabia páginas de Ulisses de cor...Escritores que operam na linguagem são preciosos para a mente cinematográfica. A montagem cinematográfica é um processo de prganização de passagens heterogenias, já que o cinema passa atravessando por todas as disciplinas e nessas passagens é que o cinema se faz. Montagem cinematográfica quer dizer afecção iomprevista de processos de pensamento que surgem, sem precedentes, a cada um desses cruzamentos..Cinema é um organismo intelectual sensivel, transpassa a ciencia, a arte e a vida[...]
Por hoje é só...
Terça-feira, 14 de Abril de 2009
a lenda do soldado morto - brecht
Durava mais de seis anos a guerra
E a paz não apareceu
Então o soldado se decidiu
E como um herói morreu
Mas como a guerra não terminou
O rei vendo morto o soldado
Ficou muito triste e pensou assim:
Morreu antes do fim.
O sol esquentava o cemitério
E o soldado jazia em paz
Até que uma noite chegou ao front
Um médico militar
Tiraram então o soldado da cova
Ou o que dele sobrou
E o médico disse:
“Tá bom pro serviço, ainda tem muito pra dar!”
Saíram levando dali o soldado
Que já aprodecia
Rezavam em seus braços duas freiras
E uma puta vadia
E como o soldado cheirava a morte
Um padre ia em frente ao andor
Perfumando a cidade com nuvens de incenso
Para encobrir o fedor
A banda ia na frente da procissão
Fazendo bum bum prá trá
Para que o soldado marchasse
Como no batalhão
Dois enfermeiros erguiam o soldado
Para mantê-lo de pé
Pois se ele caísse no chão
Virava um monte de lixo!
Na frente marchava um homem de fraque
Usando gravata engomada
Um bom cidadão consciente de ser
“Patriota da Pátria Amada”
Tambores e gritos de saudação
A mulher, o padre e um cão
O soldado ia morto cambaleando
Um mico de porre dançando
E quando passavam pelas cidades
Ninguém enxergava o soldado
E todos entravam na grande marcha
Gritando: “Pela Pátria lutar!”
Agitavam bandeiras esfarrapadas
Para esconder o soldado
Que só podia ser visto de cima
Mas em cima só brilham estrelas...
Mas as estrelas não estão sempre lá
E outro dia nasceu
Então de novo morreu o soldado
E foi outra vez enterrado!
E a paz não apareceu
Então o soldado se decidiu
E como um herói morreu
Mas como a guerra não terminou
O rei vendo morto o soldado
Ficou muito triste e pensou assim:
Morreu antes do fim.
O sol esquentava o cemitério
E o soldado jazia em paz
Até que uma noite chegou ao front
Um médico militar
Tiraram então o soldado da cova
Ou o que dele sobrou
E o médico disse:
“Tá bom pro serviço, ainda tem muito pra dar!”
Saíram levando dali o soldado
Que já aprodecia
Rezavam em seus braços duas freiras
E uma puta vadia
E como o soldado cheirava a morte
Um padre ia em frente ao andor
Perfumando a cidade com nuvens de incenso
Para encobrir o fedor
A banda ia na frente da procissão
Fazendo bum bum prá trá
Para que o soldado marchasse
Como no batalhão
Dois enfermeiros erguiam o soldado
Para mantê-lo de pé
Pois se ele caísse no chão
Virava um monte de lixo!
Na frente marchava um homem de fraque
Usando gravata engomada
Um bom cidadão consciente de ser
“Patriota da Pátria Amada”
Tambores e gritos de saudação
A mulher, o padre e um cão
O soldado ia morto cambaleando
Um mico de porre dançando
E quando passavam pelas cidades
Ninguém enxergava o soldado
E todos entravam na grande marcha
Gritando: “Pela Pátria lutar!”
Agitavam bandeiras esfarrapadas
Para esconder o soldado
Que só podia ser visto de cima
Mas em cima só brilham estrelas...
Mas as estrelas não estão sempre lá
E outro dia nasceu
Então de novo morreu o soldado
E foi outra vez enterrado!
Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Forma dramática de teatro - Brecht
O palco corporifica uma ação
Compromete o espectador na ação
e consome sua atividade
Possibilita sentimentos
Proporciona emoções, vivências
O espectador é transportado para dentro da ação
Trabalha-se com a sugestão
Se conservam as sensações
O homem se apresenta como algo conhecido previamente
O homem é imutável
A tensão em relação ao desenlace da peça
Uma cena existe em função da seguinte
Os acontecimentos decorrem linearmente
Natureza não dá saltos - Natura non facit saltus
O mundo tal como é
O homem como deve ser
Seus impulsos
O pensamento determina o ser
Sentimento
Compromete o espectador na ação
e consome sua atividade
Possibilita sentimentos
Proporciona emoções, vivências
O espectador é transportado para dentro da ação
Trabalha-se com a sugestão
Se conservam as sensações
O homem se apresenta como algo conhecido previamente
O homem é imutável
A tensão em relação ao desenlace da peça
Uma cena existe em função da seguinte
Os acontecimentos decorrem linearmente
Natureza não dá saltos - Natura non facit saltus
O mundo tal como é
O homem como deve ser
Seus impulsos
O pensamento determina o ser
Sentimento
Forma épica de teatro - Brecht
O palco relata a ação
Transforma o espectador em observador
e desperta sua atividade
Obriga o espectador a tomar decisões
Proporciona conhecimentos
O espectador é contraposta a ela
Trabalha-se com argumentos
As sensações levam a uma tomada de consciência
O homem é objeto de investigação
O homem se transforma e transforma
A tensão em relação ao andamento
Cada cena existe por si mesma
Decorrem em curvas
Natureza dá saltos - Facit saltus
O mundo tal como se transforma
O que é imperativo que ele faça
Seus motivos
O ser social determina o pensamento
Razão
Transforma o espectador em observador
e desperta sua atividade
Obriga o espectador a tomar decisões
Proporciona conhecimentos
O espectador é contraposta a ela
Trabalha-se com argumentos
As sensações levam a uma tomada de consciência
O homem é objeto de investigação
O homem se transforma e transforma
A tensão em relação ao andamento
Cada cena existe por si mesma
Decorrem em curvas
Natureza dá saltos - Facit saltus
O mundo tal como se transforma
O que é imperativo que ele faça
Seus motivos
O ser social determina o pensamento
Razão
Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
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